Diante do relato da “Grande Batalha”, descobrimos, no rosto de um anjo que combate, um coração adorador — um olhar ferido de amor pela obediência e humildade de Deus: São Miguel Arcanjo. Ao longo destas páginas, buscamos reconhecer o poder de Deus e a força da adoração eucarística no Altar do Calvário, presente em cada Santa Missa. Para que o Mistério do Altar penetre o coração da humanidade, é preciso reconhecer Deus na Cruz, como fez o Arcanjo, e reconhecê‑l’O também no Altar — fruto da santa reparação. Sabemos que a adoração é a mais sublime arma contra Satanás e a única fonte de salvação para a vida eterna. Afinal… Quem como Deus? Ninguém como Deus!